A Dasa, grupo de medicina diagnóstica e hospitais, registrou prejuízo líquido de R$ 34,9 milhões em suas operações continuadas no segundo trimestre. O valor é menor que a perda de R$ 173,2 milhões apurada no mesmo período de 2025, conforme balanço divulgado nesta quinta-feira.
A receita bruta consolidada somou R$ 2,4 bilhões no trimestre, representando uma queda de 10% frente ao ano passado. A redução foi causada pela desconsolidação da Ímpar, decorrente da formação da Rede Américas, além de desinvestimentos concluídos em 2025.
O faturamento, considerando o escopo atual, cresceu 8%. O setor de Diagnósticos Nacional impulsionou o aumento, com receita de R$ 2,2 bilhões, impulsionada pelo aumento de volume de exames e expansão em segmentos premium e B2B. Já a receita de Hospitais e Oncologia Nordeste recuou 4%, atingindo R$ 208 milhões.
O EBITDA consolidado alcançou R$ 446 milhões no trimestre, um avanço de 53% na base anual. A margem bruta consolidada permaneceu estável em 27,9%. O presidente-executivo da companhia, Rafael Lucchesi, disse que a empresa processou 119,7 milhões de exames, quase onze milhões a mais que um ano antes, com treze unidades a menos.
A geração de caixa livre totalizou R$ 292 milhões, superando o consumo de caixa de R$ 18 milhões registrado no mesmo período de 2025. A dívida líquida financeira encerrou junho em R$ 5,6 bilhões, marcando queda de 23%.

