A Polícia Militar de São Paulo concluiu, em apuração inicial, que não houve perseguição ao candidato Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores, na noite de terça-feira, dia 11. A investigação foi aberta após denúncia do político sobre uma suposta abordagem policial ostensiva e intimidatória.
A corporação instaurou um procedimento preliminar para analisar o relato. Haddad alegou que seu carro foi alvo de uma ação policial fora do padrão, perto de sua residência no bairro Planalto Paulista, na zona sul da cidade. Na ocasião, ele estava acompanhado do motorista e de um advogado de sua campanha.
A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) informou que, até o momento, não há elementos que corroborem a denúncia. A pasta analisou imagens de cerca de 40 câmeras privadas ao longo do trajeto indicado pelo motorista. As diligências realizadas não identificaram irregularidades policiais ou interação das equipes com o candidato ou sua equipe.
A SSP-SP confirmou que a identificação e o percurso das viaturas foram checados pelo sistema de geolocalização. A apuração segue ativa e poderá se tornar inquérito caso sejam encontrados indícios de falhas. O boletim de ocorrência da região naquele momento registrou apreensão de seis celulares furtados.


