Antonio Maíllo, coordenador geral de Izquierda Unida, afirmou que Marrocos cometeu uma “ação criminal” que resultou em mortes em Ceuta. O político defende uma mudança drástica nas relações diplomáticas com o país africano.
Maíllo, que tem acompanhado os incêndios na província de Huelva, onde mais de 25 mil hectares foram queimados, fez a declaração por telefone.
O líder político apontou a ação marroquina como criminal, ligando-a diretamente às mortes ocorridas na cidade de Ceuta. Ele exige uma reavaliação completa das relações entre os dois territórios.


