Um diorama no Museu Americano de História Natural, que retrata um confronto entre baleia-sperm e lula gigante, exige cuidados constantes para sua manutenção. A exposição, localizada em Nova York, é mantida em escuridão para simular o fundo do oceano profundo.
A cena, que mostra a baleia mordendo a lula, é um dos displays mais dramáticos do museu. Devido à ausência de vidro, o interior escuro cria um efeito espelhado, levando visitantes iniciais a crerem que a exposição estava vazia.
A manutenção do diorama é um trabalho minucioso. Uma funcionária do museu, Janet Spiller, utiliza um aspirador com acessórios de haste para limpar todos os cantos da peça. Este processo pode levar até quatro horas por pessoa.
O display busca recriar as condições do oceano profundo, onde não há luz solar. Baleias-sperm mergulham mais de 6.500 pés e permanecem submersas por mais de 60 minutos para caçar a lula gigante. Evidências desse encontro são encontradas na pele e no estômago das baleias.


