A empresa de tecnologia de vigilância Flock alterou o acesso que agentes policiais têm à sua rede nacional de leitores de placas. A mudança ocorre em resposta a críticas sobre vigilância em massa e relatos de uso da tecnologia para perseguir parceiros românticos.
Para conter o uso inadequado, a companhia passará a exigir que os policiais informem um número de caso criminal antes de consultar o banco de dados. Além disso, a empresa expandirá a auditoria automatizada de buscas suspeitas.
Contudo, os mecanismos de segurança podem ter falhas, visto que a Flock não verifica a autenticidade dos números de caso fornecidos pelos agentes. A tecnologia de reconhecimento de placas gera debates sobre privacidade e fiscalização.
Em outra área, cientistas desenvolveram método baseado em CRISPR para criar clones femininos de embriões de camundongos machos. A técnica visa auxiliar esforços de conservação de espécies ameaçadas.
Pesquisadores também trabalham para incluir células pediátricas no Atlas Celular Humano. O objetivo é estabelecer uma base de dados sobre o desenvolvimento infantil, permitindo identificar como doenças adultas podem começar na infância.


