O superporta-aviões USS George Washington (CVN-73) foi enviado ao Oriente Médio para substituir o USS Abraham Lincoln, segundo fontes americanas. A embarcação, movida a energia nuclear, está em missão há mais de 250 dias, em meio a relatos sobre as condições de vida e saúde mental dos militares a bordo.
O navio, que funciona como uma das principais armas de guerra dos Estados Unidos, iniciou sua operação permanente fora do território continental americano em 1992. Em 2017, o USS George Washington retornou a Norfolk, Virgínia, onde passou por reabastecimento e revisão de meia-vida. Devido a atrasos e limitações orçamentárias, esses processos só foram concluídos em maio de 2023, com custo estimado superior a US$ 2,8 bilhões.
Com cerca de 330 metros de comprimento, o superporta-aviões comporta uma tripulação de aproximadamente cinco mil militares. Sua estrutura inclui dez pisos acima e dez abaixo do convés, e possui dois reatores nucleares que alimentam as quatro hélices e os sistemas de aeronaves.
A ala aérea do navio conta com cerca de noventa aviões e helicópteros, distribuídos em nove esquadrões. A função principal desses porta-aviões é apoiar aeronaves que realizam ataques a alvos aéreos, flutuantes e terrestres, funcionando como uma pista de pouso móvel.


