O senador Cleitinho Azevedo, do partido Republicanos, não constava no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como candidato ao governo de Minas Gerais até a manhã desta sexta-feira, dia 14. O prazo para formalização dos registros termina no sábado, dia 15, às 19h.
A incerteza marcou a pré-campanha do senador, que teve idas e vindas em relação à disputa. Inicialmente, ele anunciou que não concorreria ao Palácio Tiradentes, decisão que surpreendeu aliados, visto que o político liderava levantamentos de intenção de voto no estado.
Posteriormente, Azevedo buscou o Republicanos para reverter a saída da corrida. O pedido enfrentou resistência interna na direção partidária, sendo rejeitado no começo. Aliados trabalharam para convencê-lo a permanecer na eleição, enquanto outros partidos ajustavam estratégias diante da possível ausência do líder das pesquisas.
O Republicanos revisou a posição e confirmou a candidatura de Azevedo ao governo mineiro. Contudo, as dúvidas sobre sua participação afetaram outros concorrentes. O PL, que avaliou uma composição com o senador, optou por lançar candidatura própria, com Flávio Roscoe.
Enquanto a situação de Azevedo permanecia indefinida, outros nomes já haviam apresentado seus pedidos ao TSE. Entre eles estavam Alexandre Kalil (PDT), Ben Mendes (Missão), Gabriel Azevedo (MDB), Indira Xavier (UP), Mateus Simões (PSD), Patrus Ananias (PT), Professor Túlio Lopes (PCB) e Rafael Duda (PSTU).

