Uma moradora de Palmas divulgou um vídeo onde uma criança reconhece fotos antigas de família e alega ser prima da mãe, falecida há doze anos. O registro, que ultrapassou nove milhões de visualizações, gerou discussão sobre memórias e o comportamento infantil.
A estudante de medicina veterinária Loyse Araújo mostrou a filha observando fotografias. Quando questionada sobre uma mulher específica nas imagens, a criança afirmou repetidamente que era ela mesma, mantendo a convicção mesmo com fotos distintas.
Loyse Araújo relatou que o filho já havia apresentado lembranças semelhantes antes. Ela disse que a primeira vez foi ao ver uma foto do pai, que já havia falecido, e a criança identificou-o como avô, sendo essa a segunda palavra que proferiu após ‘mamãe’.
A mãe, que é espírita kardecista, orienta pais a acolherem essas manifestações, mas aconselha não incentivar o assunto para evitar confusão de identidade. Ela sugere agradecer a oportunidade e pedir orientação divina.
Alberto Carlos de Jesus Carneiro, engenheiro eletricista e mentor na doutrina espírita, explica que a pré-existência do espírito permite que flashes de memórias surjam por intuição, especialmente em crianças pequenas. Contudo, o especialista ressalta que o comportamento não deve ser estimulado pelos adultos, pois isso pode prejudicar o desenvolvimento infantil.


