O candidato à Presidência da República, Renan Santos, protocolou no Tribunal Superior Eleitoral, no dia 1º de outubro, seu plano de governo oficial, batizado de “Livro Amarelo – Missão 2026”. O documento, que possui cinquenta e uma páginas, estabelece a direção estratégica da chapa para as eleições de 2026.
Renan Santos, fundador do partido, oficializou sua candidatura para o Palácio do Planalto em vinte de julho, concorrendo ao lado de Aroldo Medina. O programa de governo serve como base para a campanha e traça pilares centrais de gestão, abrangendo reformas políticas, combate à corrupção, segurança e economia.
Na área econômica, o plano propõe a “PEC do Equilíbrio Fiscal” para desvincular benefícios e pisos constitucionais. Além disso, prevê investimentos em Zonas Econômicas Especiais no Nordeste e a troca do Bolsa Família por “Frentes Cidadãs” de trabalho.
Em segurança pública, o documento sugere a aplicação do “Direito Penal do Inimigo” contra facções criminosas e a promulgação do Estado de Defesa em regiões sob domínio do crime. A proposta inclui a criação de superpresídios de segurança máxima com vigilância por drones e inteligência artificial.
As reformas institucionais incluem a Lei de Responsabilidade Gerencial, que vincula verbas partidárias a metas socioeconômicas, e a “Grande Consolidação Municipal” para unir cidades sem autonomia financeira. Para a educação, o plano defende o método fonético de alfabetização e a substituição de cotas por bolsas de mérito.


