O agronegócio brasileiro está próximo de assumir a liderança mundial em exportações de produtos agropecuários. Em 2025, o setor movimentou US$ 169,2 bilhões, ficando atrás dos Estados Unidos, que registraram US$ 171 bilhões.
A diferença de US$ 1,8 bilhão pode diminuir em 2026, impulsionada pelo aumento da produção e pela adoção de novas tecnologias no campo. O avanço nacional se deve à produtividade elevada e à implementação de sistemas que permitem mais de uma safra por ano, como a segunda safra de milho.
A China foi um mercado importante para o Brasil. Em 2025, o país asiático comprou US$ 55,3 bilhões em produtos agropecuários brasileiros, um aumento de 11%. Em contraste, as vendas agrícolas americanas para a China caíram 66%, totalizando US$ 8,4 bilhões.
A soja manteve-se entre os principais produtos, com 108,2 milhões de toneladas embarcadas em 2025, um recorde. As exportações de bovinos também cresceram quase 40% em valor, e o Brasil avançou para a terceira colocação em carne suína.
A estratégia do setor inclui a abertura de 664 novos mercados nos últimos anos. Isso permite diversificar destinos e enfrentar barreiras comerciais ou sanitárias com mais segurança, aproximando o Brasil do primeiro lugar ainda em 2026.


