A Anthropic começou a incluir uma marca d’água oculta em textos produzidos pelo Claude nos modelos lançados na União Europeia a partir de dois de agosto. A tecnologia visa identificar conteúdos gerados por inteligência artificial, atendendo ao Código de Transparência do bloco.
A marca d’água fica incorporada ao texto sem ser visível para o leitor, segundo a Anthropic. A empresa afirma que o recurso permanece mesmo após o texto ser copiado e colado ou sofrer certas alterações. A identificação também ocorre em materiais onde o Claude apenas editou, traduziu ou resumiu conteúdo de terceiros.
Modelos do Claude lançados após a data estabelecida já possuem a marca. Para versões mais antigas, a União Europeia deu prazo até dois de dezembro, data que a Anthropic pretende cumprir. Outras empresas, como Google, Meta e Microsoft, também aderiram ao Código de Transparência.
Apesar da funcionalidade, a marca d’água pode ser dificultada em casos de edições extensas, traduções ou quando o conteúdo passa por conversão de arquivos ou captura de tela. A OpenAI, responsável pelo ChatGPT, também anunciou mecanismos próprios para identificar textos gerados por seus modelos.

