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Economia

Grandes marcas abrem seções de roupas usadas nas lojas

Carla Fernandes
Última atualização: 16 de agosto de 2026 08:09
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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Grandes redes de varejo de moda, como H&M e Zara, passaram a vender roupas de segunda mão em suas próprias lojas. As seções preloved reúnem peças usadas sob curadoria das marcas, atendendo às crescentes exigências de sustentabilidade do consumidor.

A tendência insere-se no movimento de moda circular. As peças vendidas nessas áreas podem ser de propriedade da própria marca ou de outras empresas. Inicialmente, a iniciativa respondeu à pressão por práticas mais sustentáveis no setor.

Contudo, o crescimento acelerado do mercado de revenda motivou as grandes varejistas. Elas perceberam que perdiam participação nesse segmento e decidiram disputar esse consumidor internamente. No Brasil, a adoção dessa prática ainda é incipiente.

Alguns movimentos recentes indicam um caminho diferente. O Grupo Azzas, por exemplo, encerrou a Troc, plataforma especializada em moda circular que havia sido adquirida pela holding. Apesar disso, a revenda mantém relevância no cenário comercial.

A entrada das grandes varejistas neste mercado, muitas vezes, segue a lógica de aumentar o volume de vendas. As marcas recebem roupas usadas por valores baixos, créditos para compras futuras ou gratuitamente, o que contribui para a margem de lucro das fast-fashions.

TAGGED:brechóEconomiafast-fashionmodaSustentabilidadeVarejo
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