Um economista afirmou que a crise climática na República Tcheca terminou, alinhando-se ao ministro das Relações Exteriores, Petr Macinka. O especialista contestou a gravidade da situação de seca no país, alegando que a crise está ligada a programas considerados sem sentido.
O parlamentar declarou que, embora as mudanças climáticas ocorram historicamente, ele não considera a escassez de água um cenário de crise climática. Ele criticou a reação atual a eventos de seca, classificando o pânico como histeria. O economista sugeriu que o país não deve seguir diretrizes da União Europeia sobre plantio e rotação de culturas.
Em contraste, o primeiro-ministro classifica o combate à seca como prioridade governamental. Ele contou com o apoio do ex-ministro do Meio Ambiente, Richard Brabec, e reativou a Coalizão Nacional contra a Seca. O economista mencionou que o governo mantém programas considerados pertinentes ao combate à seca, citando um orçamento de 4 bilhões de coroas tchecas destinado a essa finalidade.
Por outro lado, uma parlamentar manifestou ceticismo sobre as ações do governo. Ela afirmou que o orçamento atual eliminou completamente o programa científico que estuda os efeitos da seca. Segundo ela, o problema reside no fato de membros do gabinete apoiarem o ceticismo climático.
A mesma parlamentar explicou que o antigo gabinete havia alocado 26 bilhões de coroas tchecas para o combate à seca, visando a integração de sistemas hídricos. Ela complementou que o governo atual reduziu essa quantia em cinquenta por cento no ano corrente.


