Um homem que cumpria pena em liberdade condicional foi acusado de homicídio em primeiro grau após supostamente perseguir, matar e desmembrar seu padrasto, de 71 anos, na Flórida. A suspeita surgiu após a descoberta de restos mortais em três malas em Orlando.
A família da vítima, Jorge Vazquez-Escutia, procurou ajuda após encontrar seu telefone, carteira e chaves em casa. Um familiar relatou à polícia que os carros da vítima estavam na garagem destrancados, o que era incomum. Amigos do enteado informaram à família que Jose Proano teria dito que havia matado o padrasto.
Câmeras de segurança de um vizinho registraram eventos na manhã de dois de agosto. O vídeo mostrou um homem vestindo camisa preta saltando o muro dos fundos da casa da vítima. Posteriormente, o mesmo indivíduo apareceu na parte de trás da residência, retirando malas e colocando o que parecia ser um braço humano em uma delas.
Detectives investigaram o caso e abordaram Proano, de 44 anos. Ele admitiu ter um relacionamento negativo com o padrasto e alegou que Vazquez-Escutia restringia seu contato com a mãe. Proano também mencionou ter esquizofrenia, que causa vozes e preocupação com a família.
A descoberta ocorreu pouco antes da meia-noite de quatro de agosto. Deputados localizaram uma das malas com odor forte atrás de um muro de tijolos. Ao abri-la, um investigador de cena encontrou a cabeça da vítima. Duas malas adicionais foram achadas a cerca de 400 metros de distância, contendo trapos e outras partes do corpo.

