Um editorial de um veículo de comunicação criticou a gestão fiscal do governo atual, afirmando que a irresponsabilidade levou as contas públicas a um risco elevado. A análise aponta que o aumento da dívida em quatro anos é insustentável, sem que haja um período de pandemia como justificativa.
Segundo a publicação, houve predominância de gastos no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O texto menciona que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,7% ao ano entre 2023 e 2026. A análise considera que o desempenho do último ano do mandato demonstra a insustentabilidade de um crescimento baseado em despesas governamentais.
O editorial alerta que a manutenção de juros reais altos pode levar o país a uma recessão, caso não haja contenção fiscal. Para evitar uma crise fiscal, o vencedor da eleição deve apresentar um plano de redução contínua de despesas federais a partir de janeiro de 2027.
O jornal defende que a União deve gerar superávits primários de no mínimo 2% do PIB, o que equivale a R$ 260 bilhões, nos primeiros anos de correção. A publicação adverte que atalhos fiscais ou interferências na autonomia do Banco Central podem causar alta no câmbio e na inflação.


