Um deputado venezuelano declarou que os recursos provenientes do ouro da Venezuela, mantidos no Banco da Inglaterra, serão depositados em contas do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos. O montante visa financiar ações de resposta à emergência após o duplo terremoto ocorrido em vinte e quatro de junho.
Segundo o parlamentar, a liberação dos valores ocorrerá mediante um plano detalhado e mecanismos de controle. O desenho do acordo prevê investimentos em moradias, centros de saúde e escolas nas áreas afetadas, além de auditoria contínua por empresas internacionais. O objetivo, afirmou, é garantir que o ouro seja utilizado e auditado.
O deputado negou que a liberação do ouro envolva uma troca com a reforma do Tribunal Supremo de Justiça. Ele disse que instrumentos foram desenhados para evitar desvios do propósito do gasto durante a reconstrução, visando aliviar problemas da população sem configurar cogoverno.
O acordo entre representantes da Assembleia Nacional e do chavismo visa recuperar ativos vinculados ao ouro para atender as vítimas dos terremotos. O plano estabelece transparência, rastreabilidade e auditoria sobre o uso dos recursos. Negociadores informaram que a primeira mesa técnica focou na resposta à emergência de vinte e quatro de junho.


