O primeiro dia oficial de campanha presidencial definiu os temas centrais da disputa. O candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro priorizaram menções à soberania e à violência. Outros postulantes também abordaram a segurança pública em seus atos iniciais.
Lula iniciou sua campanha no ABC paulista, região onde atuou como líder sindical. O petista defendeu a soberania nacional, usando como exemplo os minerais críticos. Segundo o candidato, o Brasil não deve exportar matéria-prima bruta, mas sim explorar os recursos para produzir bens nacionais.
Flávio Bolsonaro, por sua vez, argumentou que o país perdeu a soberania sobre bens como celular e carro. Ele chancelou a classificação das facções Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital como organizações terroristas, adotada pelos Estados Unidos. O senador acusou o petista de deixar um “legado de incompetência e corrupção”.
Caiado e Zema optaram por usar seus estados de origem para começar a disputa. Ronaldo Caiado falou sobre como mudou a violência em sua região, enquanto Romeu Zema prometeu choques ético, moral e contra facções. Renan Santos emulou um líder estrangeiro, prometendo operações policiais intensas e atacando adversários.


