A Força Aérea dos Estados Unidos procura uma inteligência artificial para organizar dados dispersos da frota de mísseis nucleares Minuteman III. O programa, que utiliza cerca de sessenta sistemas desconectados, precisa de uma interface unificada para garantir sua operação contínua.
A manutenção da frota de mísseis, considerada um imperativo de segurança nacional, exige que a Força Aérea mantenha quatrocentos mísseis prontos para lançamento imediato. O agente de IA solicitado deve coletar dados de desenhos de projeto e registros de manutenção, atualmente espalhados em diversos locais.
O míssil Minuteman III entrou em serviço em mil novecentos e setenta. Seu prazo original de aposentadoria, previsto para dois mil trinta e seis, foi adiado devido a atrasos no programa substituto Sentinel. Relatórios indicam que a operação do míssil pode se estender até dois mil cinquenta, aproximando-o de oitenta anos de serviço.
Os militares enfatizam que a inteligência artificial não terá papel no lançamento ou operação dos mísseis nucleares, pois essas decisões permanecem sob controle humano. A busca por essa ferramenta de gestão de dados acompanha o esforço do Departamento de Defesa em adotar a IA em suas operações.


