Em El Puerto de Santa María, empresários expandiram o capital de sociedades que administram restaurantes e um pub. O novo sócio, Miguel Ángel C., tem dúvidas sobre a parceria, enquanto um dos envolvidos usaria outro como fachada para ocultar atividades.
Mario García e Pascual Llopis, que gerenciam os estabelecimentos de lazer na cidade, decidiram ampliar o capital em julho de dois mil vinte e três. O novo parceiro, Miguel Ángel C., questionou por mensagem sobre a associação, recebendo uma resposta firme de García.
García tinha consciência de seus antecedentes policiais relacionados ao narcotráfico. Por isso, ele preferiu que o suposto testa de ferro, Pascual Llopis, um empresário conhecido do setor de entretenimento noturno local, fosse a pessoa a assinar os documentos.
A situação ocorreu em um momento em que o período pós-pandemia em El Puerto de Santa María apresentava um cenário de controles mais brandos nos estabelecimentos.


