A Associação Europeia de Clubes de Futebol (EFC) enviou uma carta à FIFA exigindo um assento para seu presidente, Nasser Al-Khelaifi, no Conselho da entidade. O pedido foi formalizado em trinta e um de julho, em resposta aos planos de privatização da Copa do Mundo propostos por Gianni Infantino.
O diretor-executivo da EFC, Charlie Marshall, assinou a manifestação. Marshall apontou que, apesar das mudanças estatutárias ocorridas em dois mil e vinte e quatro, o presidente da EFC ainda não foi incluído no Conselho. Ele afirmou que a questão precisa ser resolvida sem demora e que o presidente deve ser convidado para o bureau da FIFA quando assuntos de clubes forem discutidos.
Al-Khelaifi, que também lidera o PSG e o BeIN Media Group, possui grande influência no futebol mundial. A inclusão no Conselho da FIFA adicionaria uma função ao seu currículo, que já inclui participação no Comitê Executivo da UEFA. A EFC fortaleceu sua relação com a UEFA sob sua liderança, administrando direitos comerciais e de mídia das competições europeias.
A decisão sobre a inclusão da EFC no Conselho da FIFA requer a aprovação das associações-membros, visto que se trata de uma alteração estatutária. Presidentes de federações e confederações informaram desconhecer a promessa e buscaram garantir espaço para suas próprias associações regionais de clubes.


