Setenta e três por cento dos entrevistados reprovam o uso de inteligência artificial por candidatos nas campanhas eleitorais deste ano, segundo pesquisa Quaest. A desaprovação é alta em todos os grupos analisados, enquanto apenas vinte e um por cento aprova a ferramenta.
A rejeição ao uso de ferramentas generativas é notável em diferentes faixas etárias. Jovens de até trinta e quatro anos rejeitam a ideia em sessenta e oito por cento dos casos. Esse índice sobe para setenta e seis por cento entre eleitores com mais de sessenta anos.
A IA já aparece em pré-campanhas. Um exemplo citado foi um vídeo divulgado durante a federação nacional do Partido Liberal, onde um candidato endossou outro. O vídeo, gerado por inteligência artificial, mostrava o candidato reconhecendo o outro como “herdeiro” do projeto político.
O Supremo Tribunal remarcou uma reunião para terça-feira, dia dezoito, para debater as regras de aplicação de deepfakes durante a campanha. O encontro havia sido transferido após a sessão do tribunal se estender além do horário previsto.


