Cerca de sete em cada dez pessoas com mais de 65 anos precisarão de cuidados de longo prazo. O Medicare, no entanto, não cobre a maior parte dos custos de assistência diária, como banho e alimentação. Por isso, especialistas sugerem a criação de um fundo específico por meio de fundos negociados em bolsa (ETFs).
Os custos de cuidados de longo prazo crescem anualmente, e o ajuste do custo de vida do Seguro Social em 2027 projeta cerca de 3,1%. Em 2024, os gastos médios anuais das famílias já atingiram 78.535 dólares, sem contabilizar custos pesados de saúde. Um fundo para esses cuidados precisa crescer acima da inflação da saúde, possuir participação no setor que define os preços e gerar renda estável quando a necessidade surgir.
Para cobrir essa demanda, três ETFs são citados. O Vanguard Health Care ETF (VHT) oferece exposição direta à indústria de saúde, incluindo fabricantes de medicamentos e hospitais. Este fundo teve alta de 28,77% no último ano e paga dividendos trimestrais. Outra estratégia é usar o Schwab U.S. Large-Cap Growth ETF (SCHG) para potencializar o capital antes da aposentadoria, com retornos de 92,37% em cinco anos.
Quando os gastos com saúde começarem, o Vanguard Dividend Appreciation ETF (VIG) entra como fonte de renda crescente. Este fundo acompanha empresas que aumentam seus pagamentos de dividendos historicamente. Seu pagamento trimestral mais recente foi de 0,9988 dólares, com uma estimativa anualizada futura próxima a 4,00 dólares por ação. Os analistas apontam que a combinação dos três fundos protege contra a curva de custos, constrói o patrimônio e o converte em renda.


