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Economia

Comércio Brasil-China amplia foco além de produtos básicos

Carla Fernandes
Última atualização: 17 de agosto de 2026 20:10
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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O comércio entre Brasil e China evolui para além da exportação de soja, minério de ferro e petróleo. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e o Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC) iniciaram estudo sobre a diversificação da relação.

A relação comercial bilateral, historicamente marcada por grandes volumes de commodities, passa a considerar setores que dependem de valor agregado. Design, joalheria, gastronomia, hospitalidade, serviços e produção artesanal integram essa nova pauta de negociação.

Jun Chen, empresário com experiência entre os dois países desde dois mil e quatro, analisa a importância da origem e da qualidade nesses novos segmentos. Ele afirma que o negócio constrói confiança a longo prazo quando há cuidado com a procedência e compreensão das pessoas envolvidas.

A diversificação não implica substituição das grandes operações. As commodities mantêm relevância, mas projetos especializados abrem espaço para profissionais criativos e produtores regionais. A Galeria China-Brasil, em Atibaia, no interior paulista, é um exemplo de iniciativa ligada a este empresário.

Para internacionalizar esses produtos de nicho, é necessário método. Regras, logística, documentação e propriedade intelectual devem ser considerados, além da identidade do produto, para que suas características sejam verificáveis no mercado de destino.

TAGGED:comercio-brasil-chinaCommoditiesDesigndiversificação econômicagastronomianegocios-internacionais
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