Um imigrante ilegal colombiano foi condenado a três anos de prisão por falsificação de identidade e mentir sobre seu status de cidadania. O indivíduo usou essa fraude para participar de eleições nos Estados Unidos por cerca de vinte anos, segundo o Departamento de Segurança Interna.
O secretário do Departamento de Segurança Interna, Markwayne Mullin, afirmou em comunicado que o fraudador obteve carteira de motorista e votou nas eleições americanas por causa do esquema. Mullin declarou que a segurança eleitoral é segurança nacional, e que apenas americanos devem escolher líderes americanos.
A investigação revelou que o esquema começou em março de dois mil e três. O indivíduo utilizou nome, data de nascimento e número de Seguro Social de um cidadão americano para obter um passaporte. Com esse documento falso, ele obteve uma carteira de motorista da Flórida e se registrou para votar.
Agentes investigativos explicaram que a identidade roubada serviu para outros fins. O agente especial Tim Hemker, da Investigação de Segurança Interna, contou que o imigrante explorou a identidade de um cidadão americano para obter documentos governamentais e solicitar benefícios por anos.
O caso faz parte de um esforço maior do Departamento de Segurança Interna para coibir a fabricação de informações por imigrantes ilegais com o objetivo de votar ou obter benefícios nos EUA. A condenação se deu após investigação conjunta de órgãos como a Investigação de Segurança Interna e o Serviço de Segurança Diplomática do Departamento de Estado.

