Governo central e a autarquia de Ceuta negociaram espaços para lidar com a crise humanitária na cidade. A situação difere de crises anteriores, marcadas por colaboração, devido ao endurecimento do tom do presidente local.
A cidade autônoma de Ceuta vivenciou uma crise humanitária similar à atual após a chegada de milhares de imigrantes. Anteriormente, a gestão entre o governo central e a autarquia era marcada por colaboração e diálogo.
O presidente da autarquia, Juan Jesús Vivas, um membro do Partido Popular, sempre se distinguiu por apoiar a colaboração com o governo central e rejeitar o discurso xenófobo de outras forças políticas.
No entanto, a dinâmica mudou. Vivas endureceu sua postura, culminando em ameaças de recorrer à justiça contra a inação do governo.


