Os Estados Unidos fecharam um contrato de US$ 22,9 bilhões com a Raytheon para expandir a produção de mísseis Tomahawk. O acordo, que dura vários anos, busca aumentar a capacidade militar do país e apoiar aliados.
A Raytheon, parte do conglomerado RTX, acelerará a fabricação dos mísseis de cruzeiro Tomahawk. O movimento integra o Arsenal da Liberdade, iniciativa do Departamento de Guerra dos EUA. A meta é produzir mais de 1.000 mísseis por ano, além de fornecer serviços de suporte.
A empresa declarou que o novo acordo segue entendimentos anteriores com o governo americano. Segundo a Raytheon, o contrato assegura um fluxo constante de mísseis tanto para a Marinha dos EUA quanto para nações parceiras.
A expansão ocorre em um momento de alta demanda militar. O país tem operado com estoque reduzido de certos armamentos durante o conflito com o Irã. O governo Donald Trump tem cobrado das empresas do setor de defesa um ritmo de entrega mais rápido.
Nos últimos anos, a RTX investiu para expandir a produção de Tomahawk e munições críticas. Esse esforço fez com que a companhia entregasse três vezes mais mísseis no primeiro semestre de 2026 que no mesmo período de 2025.


