Carlos Santana, advogado e fundador da Tecnobank, afirmou que a inteligência artificial e a transformação digital devem ser avaliadas pelo impacto na redução de burocracias e no aumento da segurança.
O especialista analisou tendências de digitalização em países como China, Índia, Estados Unidos e Brasil. Segundo Santana, o valor da tecnologia não se mede pela sua complexidade técnica, mas pela capacidade de simplificar atividades e resolver problemas reais.
No Brasil, a estratégia de governo digital busca otimizar processos e ampliar a eficiência no acesso a serviços públicos. No setor privado, a digitalização já mudou jornadas complexas, como o financiamento de veículos, que migrou de processos que duravam semanas para fluxos automatizados.
Santana explicou que a redução de tempo e complexidade em processos afeta diretamente as pessoas. Ele citou exemplos de famílias, motoristas e caminhoneiros que dependem desses instrumentos de trabalho ou de lazer.
Para as empresas, a competitividade futura dependerá do uso inteligente da tecnologia, combinando inovação com segurança e foco nas necessidades humanas. A transformação, concluiu, não é apenas a presença de mais IA, mas seu uso estratégico.


