Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Empresas precisam adaptar o Zero Trust contra desinformação
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Empresas precisam adaptar o Zero Trust contra desinformação

Carla Fernandes
Última atualização: 18 de agosto de 2026 05:35
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Organizações enfrentam um cenário de crescente engano, onde funcionários e clientes podem ser vítimas de conteúdos falsos gerados por inteligência artificial. Essa realidade impulsiona a necessidade de aplicar o princípio Zero Trust não apenas ao acesso, mas também à informação circulante na empresa.

A produção de falsificações, como vídeos de executivos ou e-mails fraudados, tornou-se mais barata e convincente com a ajuda da IA. O risco se manifesta em três frentes: desinformação, conteúdo criado para enganar, e malinformação, que usa fatos reais fora de contexto. Assim, influenciadores externos podem causar danos comerciais apenas moldando a percepção interna.

O modelo Zero Trust, tradicionalmente focado em conceder o menor privilégio de acesso, precisa evoluir. Empresas devem agora questionar a autenticidade do conteúdo, perguntando se a informação foi verificada ou se é gerada por IA. Isso exige uma mudança de foco da simples autenticação para a investigação da procedência digital.

Com a entrada de agentes de IA no ambiente de trabalho, a urgência em confiar na intenção se intensifica. Tais agentes operam em velocidade de máquina, exigindo governança contínua sob o mesmo modelo Zero Trust. Eles devem ter permissões mínimas e seu comportamento precisa ser validado constantemente.

A superação desse desafio requer que as organizações tratem a confiança como algo a ser projetado, e não assumido. A disciplina de verificar conteúdo e questionar intenções deve ser integrada aos processos operacionais, garantindo que a confiança seja uma decisão feita em tempo real.

TAGGED:autenticidadeDesinformaçãoInteligência Artificialriscos-empresariaisseguranciaciberneticazero-trust
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Ronaldinho Gaúcho se torna sócio do Ravenna na Itália
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?