A investigação da NBA sobre pagamentos feitos por patrocinadores aos jogadores dos Clippers, visando burlar o teto salarial, entrou em fase de discussão entre o clube e a liga. Relatos indicam que a apuração não encontrou provas de que o proprietário da equipe desviou valores para o atleta.
O processo, conduzido por um escritório de advocacia de Nova York a mando da NBA, não encontrou evidências de que Steve Ballmer tenha repassado dinheiro por meio de parceiros da equipe para pagar milhões a Kawhi Leonard acima do contrato. A NBA, contudo, emitiu nota afirmando que o artigo sobre a investigação continha imprecisões significativas e que os resultados serão claros ao final do processo.
Os Clippers declararam que a introdução de jogadores, como Leonard, a empresas parceiras é prática comum no basquete. A equipe afirmou que os atletas e seus representantes negociaram os termos dos acordos de patrocínio, sem que os Clippers ditassem ou negociassem os valores.
O caso se complexificou com alegações de um segundo acordo não divulgado com a fabricante de placares Daktronics. Fontes indicaram que esse patrocínio seria uma forma de contornar o teto salarial, pois o atleta não realizava trabalho pelo acordo. Os Clippers defendem que o fato de um atleta ter vínculo com uma empresa parceira não comprova a burla ao limite salarial.


