Kirsten Bridegan, viúva de um executivo da Microsoft, depôs em um julgamento no Flórida. Ela confrontou o homem acusado de ajudar a planejar o assassinato do marido, relatando o conflito de guarda e a ligação telefônica final antes do ataque.
A acusação alega que Mario Fernandez Saldana ajudou a financiar e planejar o homicídio, sendo Henry Tenon o executor. Fernandez Saldana negou a culpa, e seus advogados afirmam que o estado não provou que ele solicitou ou pretendia a morte de Bridegan.
A depoente descreveu um relacionamento de coparentalidade desgastado entre Bridegan, sua ex-esposa e Fernandez Saldana. Segundo a promotoria, esse conflito de longa data alimentou o plano de assassinato. Bridegan, de trinta e três anos, foi emboscado em uma estrada isolada perto de Jacksonville Beach.
Kirsten Bridegan contou aos jurados que a saída da família era rotina. Após deixar os filhos, ela ligou para o marido. A conversa terminou em um silêncio incomum, o que ela achou estranho. Posteriormente, ela foi informada pela polícia que ele havia sido baleado e morto.
O caso gerou três prisões e vários processos. Fernandez Saldana enfrenta acusações de homicídio de primeiro grau e solicitação de crime capital. A defesa argumenta que os pagamentos feitos a Tenon eram por trabalho, e não por um plano de assassinato.

