Uma deputada criticou a política de gastos do governo, alegando que ela ignora os compromissos de administrações anteriores e promove um risco de descontrole financeiro. O parlamentar do partido SPD rebateu a acusação, defendendo a necessidade de investimentos na nação.
A deputada Vaňková afirmou, em declaração, que o governo atual desconsidera a consolidação fiscal de gestões passadas, adotando uma política orçamentária que ela descreveu como um cenário de “armagedom” nas finanças públicas. Ela acompanhou a troca de ministros na pasta de Alena Schillerová, mantendo o mesmo quadro político.
O parlamentar do SPD, Hrnčíř, classificou a declaração como infundada. Ele argumentou que o endividamento atual decorre da gestão anterior, que, segundo ele, acumulou a maior dívida da República Tcheca em sua história recente. O deputado enfatizou que a coalizão busca investir em setores como robotização e infraestrutura.
Vaňková discordou da eficácia dos investimentos anunciados, citando economistas que sustentam que os gastos públicos não gerarão o efeito multiplicador esperado. Para a deputada, os planos governamentais configuram um risco real para as finanças do país.
Hrnčíř refutou a ideia de que investimentos não geram efeito multiplicador, afirmando que tal visão impediria o investimento em ciência, pesquisa e infraestrutura de transporte, o que ele considerou um absurdo.


