O custo médio de educação superior subiu dez por cento no ano letivo de 2025-26, atingindo 34.019 dólares, conforme estudo da Sallie Mae. Os dados mostram que, simultaneamente, as poupanças familiares para faculdade caíram vinte e seis por cento, criando um déficit financeiro.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido da Sallie Mae, analisou cem estudantes universitários e cem pais entre 22 de abril e 26 de maio de 2026. Os gastos familiares com ensino superior foram divididos entre recursos próprios, bolsas e empréstimos. Quarenta e nove por cento dos custos foram cobertos por renda e poupança das famílias.
Apesar do aumento de despesas, a confiança dos pais na escolha educacional permanece. Contudo, a capacidade de cobrir os custos apenas com reservas caiu. Os pais que pouparam registraram uma redução de vinte e seis por cento no valor médio guardado em um ano, caindo de 51.310 dólares para 37.897 dólares, segundo pesquisa da College Ave.
A situação financeira é agravada por mudanças nas regras de crédito federal. A partir de um dia em julho, os empréstimos Parent PLUS para novos solicitantes foram limitados a 20.000 dólares por estudante dependente, substituindo um programa anterior que permitia cobrir o custo total de vida no campus. Apenas quarenta e sete por cento das famílias sabiam da existência desse teto.
Fontes indicam que famílias que planejaram com crédito ilimitado podem precisar reavaliar suas opções. O vice-presidente de comunicação corporativa da Sallie Mae, Rick Castellano, afirmou que conversas antecipadas sobre o custo total ajudam a comparar opções e diminuir o risco de perder auxílios institucionais.

