Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Pesquisa independente revela uso diverso de inteligência artificial
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Pesquisa independente revela uso diverso de inteligência artificial

Carla Fernandes
Última atualização: 19 de agosto de 2026 14:10
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Um novo projeto, o AI Observatory, coletou e analisou conversas reais com modelos de inteligência artificial, como Claude e Gemini, para fornecer dados independentes sobre o uso da tecnologia. A iniciativa busca preencher lacunas deixadas por relatórios de empresas, que, segundo pesquisadores, focam em usos profissionais.

Pesquisadores apontam que empresas de IA divulgam apenas dados que desejam apresentar. A candidata Anka Reuel, do Laboratório STAIR da Universidade de Stanford, é co-líder do AI Observatory. A plataforma pública agrega conversas consensuais de sete conjuntos de dados para avaliar como as pessoas utilizam a IA generativa.

O estudo demonstrou que o uso de IA varia entre os modelos e mudou com o tempo. Os achados revelaram comportamentos mais sensíveis do que os relatados pelas grandes empresas, que priorizam o uso produtivo. Ao aplicar métodos de uma das empresas ao seu conjunto de dados, a equipe do Observatório identificou que quase metade das conversas, 48%, seria filtrada pelos critérios da empresa.

Essas conversas não relacionadas ao trabalho tinham maior probabilidade de tratar de saúde e relacionamentos (44,2% contra 31,2% na análise corporativa), temas adultos ou ilícitos (7,9% contra 2,1%), assédio e ódio (27,5% contra 5,66%), e conteúdo sexual (16,7% contra 2,4%).

O estudo também mostrou diferenças no comportamento dos usuários. Enquanto usuários recorreram mais a Grok e Gemini para busca de informações, Anthropic foi mais usado para codificação, Gemini para papéis sociais e ChatGPT para tarefas escolares. Conversas com o ChatGPT foram mais longas e iterativas quando alimentadas pelo GPT-4o, em comparação com o GPT-3.5.

TAGGED:dados-aiInteligência Artificialmodelos-linguagemPesquisa científicaprivacidade-dadosuso-de-ia
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Ronaldinho Gaúcho se torna sócio do Ravenna na Itália
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?