Um julgamento começou em Las Vegas para investigar a morte de Tupac Shakur, ocorrida em 1996. O processo foca em Duane Davis, um homem de 63 anos, acusado de envolvimento no assassinato da figura proeminente do rap.
O promotor principal, Binu Palal, afirmou que Duane Davis não atirou, mas planejou o ataque como retaliação pelo agressor do sobrinho do rapper. Palal apresentou vídeo que mostrava o ataque ao jovem Orlando Anderson, sobrinho de Shakur, horas antes do assassinato.
Os fatos do crime são conhecidos: Tupac chegou a Las Vegas em sete de setembro de mil novecentos e noventa e seis para apoiar um amigo. Após uma briga com Orlando Anderson, ele foi levado a um evento no Club 662, onde um Cadillac branco disparou catorze tiros.
Testemunhas, como um ex-policial, relataram que Shakur estava consciente pouco antes de ser atingido, dizendo apenas: “Não, nós resolvemos isso sozinhos”. A investigação se estendeu por anos, focando em rivais, mas Davis foi ouvido em dois mil e oito sob acordo de não uso de suas declarações.
O caso foi reativado após Davis publicar o livro “Compton Street Legend”. Ele descreveu no livro o planejamento do ataque e a entrega de armas a homens no Cadillac. Davis nega a culpa, e seu advogado Michael Sanft contesta a validade das provas, alegando que o livro é ficção comercial.


