Um dono de cafeteria em Driggs, Idaho, defendeu a expulsão de um grupo pró-vida de seu estabelecimento após um confronto registrado em vídeo. O proprietário afirmou ter recebido ameaças de morte após a recusa, comparando o grupo ao Ku Klux Klan.
O grupo, composto por cerca de quinze pessoas, planejava discutir uma medida em votação que permitiria abortos até 24 semanas no estado, onde a maioria dos procedimentos é ilegal. O proprietário, Jim Sheehan, disse que o local de seu negócio não apoia a causa, e que tinha o direito de decidir quais grupos poderiam se reunir ali.
Em um vídeo divulgado, Sheehan afirmou: “Este é meu local de negócios. Fiz muito trabalho para colocar pessoas na cédula para que as mulheres tivessem o direito de escolher no estado de Idaho, e isto é algo que eu não apoio, nem minha esposa, e é o nosso negócio. Então nós temos essa escolha.”
O grupo, representado por uma porta-voz da organização, contestou a expulsão, alegando que o proprietário impediu a reunião. Sheehan, por sua vez, alegou que havia solicitado previamente, por meio de uma página comunitária, que o grupo não utilizasse o local para o encontro.
O proprietário também esclareceu à imprensa que a comparação com o Ku Klux Klan foi um equívoco, dizendo que não havia pensado na analogia. Ele acrescentou que sua cafeteria é aberta, ostenta bandeira do orgulho e recebe encontros de pessoas LGBTQIA+.

