O ministro do Meio Ambiente declarou que sua pasta não é mais um obstáculo para outros setores governamentais. Ele afirmou que o Ministério do Meio Ambiente tem tratado o problema da seca desde 2014, com investimentos em projetos de adaptação climática.
O ministro informou que, no período entre junho e julho, o Ministério já começou a planejar o período de outono, caso ocorram inundações. Segundo o ministro, o órgão lançou cento e dez chamadas e apoiou trinta e três mil projetos, totalizando mais de 32 bilhões de coroas.
O gestor afirmou que houve uma mudança na estratégia, tirando o dióxido de carbono do foco e colocando a água como prioridade máxima no Plano Nacional de Recuperação da Natureza. Ele disse que o Ministério do Meio Ambiente atua como parceiro, e não como impedimento, para a emissão de licenças pelos ministérios da Agricultura e Transportes.
Em contrapartida, o ex-ministro contestou a fala, alegando que a declaração seria uma renúncia aos objetivos fundamentais da pasta. Ele afirmou que o Ministério do Meio Ambiente deve defender o interesse público da conservação, mesmo que isso conflite com as agendas da indústria, agricultura ou transporte.
Sobre a estratégia de recuperação da natureza, o ministro explicou que adiou a entrega do material ao Gabinete do Governo por questões da Comissão Europeia. Ele disse que a revitalização de toda a região, que não envolve apenas água, exige nove bilhões de coroas anualmente, e que o processo de financiamento europeu deve ocorrer antes de qualquer compromisso estratégico.

