A campanha online que pede a saída de Gianni Infantino da presidência da FIFA atingiu 15.800 assinaturas na última quinta-feira, dia vinte de agosto de dois mil e vinte e seis. O movimento, que se autodenomina independente, critica a gestão do dirigente por priorizar interesses pessoais em detrimento do futebol e dos direitos humanos.
O grupo que organiza a petição afirma que o presidente da FIFA consolidou seu poder e alterou as regras da organização para permanecer no cargo. Críticas à administração de Infantino surgiram durante a Copa do Mundo de dois mil e vinte e seis, especialmente pela proximidade com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A crise se intensificou com a proposta de criar uma empresa para vender vinte por cento dos ativos da Copa do Mundo a investidores privados, um valor de US$ 4,2 bilhões. A União das Associações Europeias de Futebol, liderando a resistência, ameaçou boicotar competições, forçando a entidade a abandonar o plano.
Recentemente, o diretor de operações da FIFA, Kevin Lamour, deixou o cargo após criticar publicamente a gestão. Ele se opôs ao projeto de venda de ativos, alegando que os funcionários foram enganados e que o plano servia a interesses particulares do mandatário. Organizações de direitos humanos também pediram à FIFA que considerasse o dirigente inelegível.


