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Enfermeira do Alasca disputa parto de bebê com cardiopatia congênita

Carla Fernandes
Última atualização: 20 de agosto de 2026 21:30
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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Uma enfermeira do Alasca, nos Estados Unidos, enfrenta disputa judicial após diagnosticar um bebê de barriga de aluguel com síndrome da hipoplasia do ventrículo esquerdo. A gestante, com trinta e cinco semanas, busca cirurgia pós-nascimento, enquanto os pais biológicos querem interromper a gestação.

A malformação cardíaca, identificada em ultrassonografia realizada na vigésima semana, afeta o desenvolvimento do lado esquerdo do coração. Segundo o Manual MSD, a condição exige intervenção rápida, pois o recém-nascido depende de um atalho sanguíneo que deve ser mantido aberto por medicação.

A gestante afirmou que os pais biológicos manifestaram o desejo de interromper a gravidez somente após o diagnóstico. Ela alegou que o contrato de barriga de aluguel previa aborto em caso de anomalias fetais, mas que ela questionou essa cláusula previamente.

Os pais biológicos moveram ação contra a enfermeira, pedindo a devolução de US$ 250 mil pagos pelo processo e defendendo que o parto ocorra na Califórnia. Em resposta, a enfermeira entrou com pedido de guarda exclusiva no Tribunal Superior do Alasca para autorizar o tratamento em Dallas, Texas.

A Suprema Corte do Alasca rejeitou um pedido para forçar a mudança imediata da gestante, mas reconheceu que um tribunal californiano poderá definir o local do parto e a equipe médica. O governo do Alasca também entrou no processo, alegando autonomia da gestante em decisões médicas.

TAGGED:Alascabarriga-de-aluguelcardiopatia-congênitadireito-reprodutivodisputa-judicialsaúde materna
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