O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) intensificou a análise de benefícios pagos aos segurados em 2026. A revisão, chamada de pente-fino, visa verificar se as condições que geraram o pagamento continuam válidas. O procedimento permite ao segurado apresentar documentos para comprovar a permanência dos requisitos.
A avaliação pode abranger benefícios por incapacidade, como o auxílio por incapacidade temporária e a aposentadoria por incapacidade permanente. O instituto pode revisar pagamentos por informações desatualizadas ou mudanças na situação do segurado. Nos casos de incapacidade, a perícia analisa o impacto da condição na atividade profissional e a chance de recuperação.
A legislação isenta de perícias periódicas pessoas com sessenta anos ou mais. Também são isentos segurados com cinquenta e cinco anos ou mais que recebem benefícios por incapacidade há pelo menos quinze anos. Contudo, novas avaliações podem ocorrer se houver suspeita de fraude ou pedido do próprio beneficiário.
Quem for convocado pelo INSS deve cumprir o prazo e fornecer a documentação solicitada. Para benefícios por incapacidade, laudos médicos e relatórios de internação são importantes. O não atendimento a uma solicitação pode levar à suspensão do pagamento.
O Benefício de Prestação Continuada (BPC) possui regras assistenciais próprias. Ele garante um salário mínimo mensal a idosos com sessenta e cinco anos ou mais ou a pessoas com deficiência de baixa renda, sem exigir contribuição prévia à Previdência Social.

