Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Juros altos e falta de ajuste fiscal elevam risco de crise de crédito
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Juros altos e falta de ajuste fiscal elevam risco de crise de crédito

Carla Fernandes
Última atualização: 21 de agosto de 2026 05:15
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A política monetária restritiva do Banco Central chegou à economia, elevando o risco de crise de crédito e recessão em 2027, alertam economistas. O avanço da inadimplência e a recuperação judicial de empresas indicam o impacto dos juros altos, sem que haja um ajuste fiscal que alivie o cenário.

Economistas do mercado financeiro indicam que o ambiente de juros elevados, mantido neste ano e no próximo, aumenta a chance de uma crise de crédito. Adauto Lima, economista da gestora Franklin Templeton, avalia uma probabilidade de 20% de recessão em 2027, apesar de seu cenário base projetar crescimento de 1,5% para o PIB.

O impacto dos juros no crédito foi adiado pela expansão do mercado de capitais, que ofereceu financiamento via cartões, consignados e Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs). Contudo, sinais de retração aparecem na queda da emissão de debêntures, que recuou 28,7% no ano até julho, e em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), com queda de 57,5%.

O Citi, banco americano, declarou em relatório que nem o aumento das transferências sociais nem os programas de ajuda reduziram a inadimplência. Bruno Perri, economista da Forum Investimentos, considera que o país pode entrar em um ambiente recessivo severo, similar ao visto a partir de 2015, se não houver sinalização de ajuste fiscal.

Rodolfo Margato, da XP Investimentos, considera o risco de recessão limitado, prevendo piora na atividade. A XP projeta crescimento de 2% no ano atual, caindo para 1% em 2027, e estima a Selic em 14% ao fim deste ano.

TAGGED:crise-creditoEconomia BrasileiraInflaçãoJurosPolítica monetáriarecessão
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Flamengo cede virada para o Cruzeiro e segue vice-líder do Brasileirão
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?