A agência espacial NASA prepara o Boeing B777-200ER para novas atividades científicas. O avião, que substitui o DC-8, passou por meses de atualizações em sistemas de comunicação e energia. O voo, que deve começar em 2027, terá alcance global para estudos de ciências terrestres.
O jetliner, com cerca de 200 metros de envergadura, recebeu nova pintura para suas funções. As fotos mostram o avião com o logotipo da NASA e um mapa-múndi em sua fuselagem, após manutenção em Texas e chegada ao Centro de Pesquisa Langley, em Virgínia.
Quando entrar em operação em 2027, o B777 pode acomodar de cinquenta a cem operadores. Ele suportará voos contínuos de até dezoito horas a uma altitude máxima de 43.000 pés. Pesquisadores terão acesso a uma carga útil de 75.000 libras de equipamentos científicos.
A coleta de dados do avião apoiará áreas como química atmosférica, biologia, hidrologia e oceanografia. A NASA explicou que o laboratório aéreo permitirá o desenvolvimento de sensores e a calibração de equipamentos de satélite.
O avião chegou ao Centro de Pesquisa Langley em doze de agosto com a nova pintura. O voo foi realizado pelo piloto da NASA Taylor Thorson, marcando seu último voo. O plano de operação do B77 agora inicia no próximo ano.

