Os advogados de Erin Patterson, acusada de três assassinatos na Austrália, alegaram na quarta-feira que o júri não foi devidamente isolado durante o julgamento. A defesa busca reverter a condenação da mulher, que matou os pais do marido e uma tia idosa.
A acusada, de cinquenta e um anos, foi considerada culpada no ano passado. Os crimes ocorreram em 2023, quando ela serviu um almoço de carne Wellington contendo cogumelos letais.
O caso gerou grande cobertura da imprensa internacional. Os defensores argumentam que a falta de isolamento do corpo de jurados compromete a validade do processo judicial.
A condenação se deu após o uso de cogumelos mortais no preparo de uma refeição servida às vítimas, que eram os pais do cônjuge e uma tia.


