A segurança cibernética evolui rapidamente, segundo um advogado e diretor de compliance. A inteligência artificial modifica os riscos em alta velocidade, colocando ferramentas antes ligadas a estados ou grupos criminosos complexos ao alcance de atores menores.
O especialista afirmou que a questão da defesa técnica governamental não define mais o panorama da cibersegurança. Os riscos estão mudando de forma acelerada devido ao avanço da IA.
Com a evolução das ameaças mês a mês, o foco dos governos deve ser a prevenção. É preciso identificar vulnerabilidades, adaptar as defesas e desenvolver capacidade institucional a longo prazo.
Essa preparação é necessária antes que as ameaças emergentes se transformem em crises de segurança.

