O Tribunal Superior Eleitoral instituiu a Sala Nacional de Situação Climática para as Eleições 2026. A medida visa monitorar riscos e assegurar a normalidade, segurança e continuidade do processo eleitoral diante de eventos climáticos extremos.
A portaria, assinada pelo presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, estabelece mecanismos de resiliência climática. A Sala terá seis atribuições principais, como o acompanhamento diário de previsões meteorológicas e o monitoramento de alertas hidrológicos de desastres naturais.
O grupo também analisará riscos logísticos que afetam votação, integridade de urnas, transporte de materiais, fornecimento de energia e estabilidade das telecomunicações. A estrutura elaborará boletins técnicos e relatórios que apoiarão as decisões do TSE.
A Sala contará com membros do TSE e representantes de órgãos externos, como Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Suas atividades serão intensificadas nas semanas que antecedem cada turno e ocorrerão ininterruptamente 24 horas antes de cada votação.


