O Juventude encerrou o ano de 2025 com um superávit de R$ 25,5 milhões e faturamento de R$ 143 milhões. O clube conseguiu reduzir em cerca de 20% suas dívidas de curto prazo e aumentar o patrimônio em mais de R$ 9 milhões.
O presidente Fábio Pizzamiglio explicou que o clube usa uma política orçamentária conservadora. A diretoria considera o risco de rebaixamento ao planejar os gastos com o futebol, pois o departamento esportivo consome cerca de 75% do orçamento total.
A estratégia limita os recursos de montagem de elenco com base no cenário mais pessimista. Valores extras, como receitas de uma melhor posição no Campeonato Brasileiro, são direcionados ao superávit ou a investimentos em estrutura. Pizzamiglio afirmou que a organização interna deve preceder os resultados em campo.
A venda de atletas é a segunda maior fonte de receita do clube, atrás apenas dos direitos de transmissão. O Juventude também investe cerca de R$ 5 milhões em pessoal para as categorias de base, que atendem aproximadamente oitocentas crianças. Essas categorias visam gerar receita futura por meio de transferências.


