A Liga Nacional de Basquete Feminino (WNBA) serve como um ponto de apoio para a comunidade LGBTQ+. No entanto, declarações de atletas e figuras políticas têm tornado o ambiente um foco de controvérsia anti-trans.
A WNBA ganhou relevância para fãs LGBTQ+ após a pandemia, período em que o isolamento dificultava o contato com a comunidade. Um fã negro e queer relatou que a liga funcionou como um apoio, permitindo-lhe ver comunidades queer intergeracionais.
A situação mudou com comentários de uma jogadora do Indiana Fever, que afirmou que jovens garotas no esporte devem ser protegidas de mulheres transgênero. Essa declaração gerou forte reação, com apoiadores conservadores elogiando a posição em público.
As manifestações ocorreram fora dos jogos, e houve incidentes dentro das arenas. Uma co-proprietária do Seattle Storm foi suspensa após repreender fãs que apoiavam a jogadora em questão. Em contrapartida, a treinadora do Minnesota Lynx publicou uma camiseta defendendo os direitos trans.
A liga possui um acordo coletivo que permite a participação de “somente jogadoras que são mulheres”, mas a definição de mulher não está explícita. Enquanto a WNBPA afirmou que seus atletas não serão usados como peças políticas, a liderança da WNBA disse que discutirá as regras de elegibilidade.


