Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Animais vivem com mutações após quarenta anos de Chernobyl
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Mundo

Animais vivem com mutações após quarenta anos de Chernobyl

Carla Fernandes
Última atualização: 21 de agosto de 2026 14:48
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Quarenta anos após a explosão na usina Vladimir Ilich Lenin, no norte da Ucrânia, a zona de exclusão de Chernobyl abriga fauna diversificada. Lobos, ursos e aves ocupam a área, levantando questionamentos sobre a prosperidade animal diante da radiação.

O acidente nuclear ocorrido em 26 de abril de 1986 matou trinta e uma pessoas e forçou a realocação de cerca de 116 mil moradores. Pripyat, cidade próxima à usina, hoje é deserta. A retirada da população criou uma área de 2.590 quilômetros conhecida como zona de exclusão.

Pesquisadores registram a presença de grandes mamíferos e centenas de espécies de aves. Germán Orizaola, doutor em Biologia e pesquisador da região, identificou rãs mais escuras, sugerindo respostas adaptativas à radiação. Contudo, insetos em áreas de alta radioatividade mostram menor expectativa de vida.

A ausência de atividade humana diminuiu ameaças como caça e poluição. No entanto, a contaminação permanece, com altas concentrações de césio-137 nos organismos. Estudos apontam que espécies menores, como roedores e aves, são mais afetadas por sequelas de saúde, como tumores e cataratas.

Vacas da região passaram a formar manadas e a exibir comportamento semelhante ao de animais selvagens. A coexistência da biodiversidade com a contaminação gera debate científico sobre se a fauna prospera pela ausência de humanos ou apesar dos efeitos radioativos.

TAGGED:ambienteBiologiachernobylfaunaRadiaçãozona-de-exclusao
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Flamengo cede virada para o Cruzeiro e segue vice-líder do Brasileirão
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?