Um clube de ciência em Goiás aproxima estudantes do pensamento científico por meio de atividades práticas e participativas. A iniciativa busca desenvolver o senso crítico e a capacidade de construir argumentos baseados em evidências sobre temas como vacinas e desinformação.
A proposta utiliza metodologias ativas, incluindo conversas em grupo e exploração de espaços fora da sala de aula, segundo a professora de ciências da natureza, Pauliane Correia. Correia explica que o letramento científico evolui do conhecimento prévio do estudante para um saber mais estruturado.
O clube trabalha com temas variados, como biomas, doenças e desinformação. Além do conteúdo técnico, a atividade auxilia no desenvolvimento de habilidades como comunicação, trabalho em equipe e reflexão crítica.
O programa educativo, produzido pela Fundação Sagres em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de Goiás, visa ampliar a experiência da sala de aula. Ele aborda desafios da educação básica, alinhado ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável Quatro da Organização das Nações Unidas.

