O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que concederá indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro caso vença a eleição presidencial. O político também defendeu o impeachment e a prisão de integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF).
Zema classificou magistrados da Corte como “frutas podres” e atribuiu ao tribunal e ao Partido dos Trabalhadores (PT) o desgaste da imagem do país no exterior. O candidato sugeriu a fixação da idade mínima de sessenta anos para a indicação de ministros do STF, propondo uma lista tríplice e o fim de decisões monocráticas.
Sobre os atos de oito de janeiro, o presidenciável negou qualquer tentativa de golpe de Estado, dizendo que “não teve tiro, não teve derramamento de sangue”. O político defendeu alterações na Constituição para permitir penas estaduais adicionais a crimes federais, alegando que a autonomia dos Estados auxilia na solução de problemas regionais.
Adicionalmente, Zema propôs um novo modelo de trabalho temporário que funcionaria em paralelo à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com o objetivo de diminuir a informalidade sem anular as regras trabalhistas atuais.

