A união entre o técnico Mike McCarthy e o quarterback Aaron Rodgers nos Pittsburgh Steelers gera especulações táticas. Um analista questionou se Rodgers aceitará o sistema de progressão que McCarthy implementou em Dallas, ou se suas preferências entrarão em conflito com os princípios do técnico.
No programa “The Mina Kimes Show”, Jon Ledyard levantou a dúvida sobre a adequação de Rodgers ao esquema ofensivo. O analista afirmou que Rodgers não buscou ser um quarterback que executasse jogadas com progressão completa, jogando a bola no campo aberto.
Nos últimos anos, Rodgers preferiu uma abordagem de baixo risco e rápida execução. Este estilo foca em passes curtos, verificações rápidas para os *backs* e na prevenção de contatos, em vez de permanecer na área de proteção para executar progressões de campo inteiro.
Ledyard ponderou que existe um ponto de interrogação sobre o desejo de Rodgers em executar as progressões de forma semelhante ao que ele fez com Dak Prescott em Dallas. Embora os Steelers tenham recrutado recebedores como Michael Pittman Jr. e Germie Bernard, a questão central permanece.
A principal dúvida é se McCarthy conseguirá desenhar jogadas que gerem jardas após a recepção suficientes para satisfazer o quarterback, ou se a aversão de Rodgers a jogadas tradicionais paralisará o teto ofensivo da equipe.

